Vista privilegiada para a natureza. O Restaurante Miradouro do Castelo é o mais antigo da vila de Castro Laboreiro na serra da Peneda, em pleno Parque Nacional da Peneda-Gerês.
Água também tem terroir. E tem valor como produto gastronómico.
Do Alvarinho também se cria cerveja. Cerveja fermentada a partir de malte de cevada e vinho alvarinho.
CNN coloca a “Broa de milho” entre os 50 melhores pães do mundo, “a versão mais tradicional deste saudável pão de camponeses do Norte de Portugal”.
O engenho e a arte do saber fazer tradicional, um fumeiro requintado com irresistível sabor.
O consumo de bacalhau é muito frequente no Minho, tanto nas romarias e festividades como nas merendas das tarefas agrícolas, e cada restaurante tem a sua especialidade de bacalhau.
A Carne Cachena da Peneda DOP, obtida a partir de animais da raça Cachena, é uma carne suculenta, ligeiramente húmida e bastante saborosa. A mestria da grelha minhota faz o resto.
No Minho, o grelhador não tem descanso.
O inevitável Cabrito Assado à Moda do Minho.
“Cordeiro à moda de Monção”. O Restaurante 7 à 7, casa tradicional e rústica, é paragem obrigatória.
E damos de caras com uma Chanfana em Monção.
O Bucho Doce é preparado em ambiente de festa, após a matança do porco. Era costume confecionar com o bucho do animal, bem limpo e seco no fumeiro, e utilizando pão migado, ovos, canela e açúcar.
A típica doçaria minhota tem passando de geração em geração com produtos do território! Há doces para todos os gostos.
E para a sobremesa, a criatividade e o saber-fazer das doceiras minhotas.
Os doces adoçam a boca, acalmam o espírito e encantam o olhar.
Não dá para resistir à “Barriga de freira”, um pão de Ló com calda de açúcar, ovos-moles e amêndoa.
Leite-creme do Minho. Bate-se muito bem as gemas com o açúcar e a farinha. Mistura-se um litro de leite. Vai ao lume até ferver, com uma casca de limão. Finalmente é queimado.
Não sobra nada! Que saudades de um bom leite-creme!
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